
A literatura pernambucana ganhou um representante de peso nos corredores da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O advogado e escritor Antônio Campos circulou pelo maior encontro literário do país, prestigiando lançamentos, editoras e espaços dedicados à produção cultural brasileira.

Entre os momentos especiais da visita esteve a passagem pelo espaço Cordel e Repente, no estande da Editora IMEPH, onde Antônio esteve ao lado de Lucinda Marques e Pablo Borges, filho do mestre J. Borges. O ambiente presta homenagem a Ariano Suassuna, um dos grandes símbolos da cultura nordestina.

Ao falar sobre o escritor, Antônio Campos destacou a dimensão universal da obra de Ariano:
“Ariano foi uma das maiores expressões da cultura brasileira e soube, como poucos, transformar as raízes nordestinas em uma linguagem universal.”

A presença na Bienal também foi marcada pelo reconhecimento ao trabalho de editoras que mantêm viva a literatura produzida no Nordeste, fortalecendo autores, tradições e manifestações culturais que atravessam gerações.
Na agenda literária, Antônio prestigiou ainda o lançamento de “Café com Deus Pai”, ao lado do escritor Júnior Rostirola, além de visitar diferentes espaços editoriais. Entre os destaques, a estrutura da Editora Rocco chamou atenção ao apostar em uma experiência inspirada no universo de uma livraria-cinema.

Fliporto no radar nacional
E como cultura também se faz com encontros, conexões e novos caminhos, Antônio Campos aproveitou a passagem pela Bienal para apresentar ao público a 21ª edição da Fliporto, Festa Literária Internacional de Pernambuco, que será realizada em novembro de 2026.
Com a experiência de quem transita entre literatura, cultura e gestão, Antônio reforça, assim, a presença de Pernambuco no circuito nacional dos grandes eventos literários, levando consigo um pouco do sotaque, da memória e da força criativa do Nordeste.
