
O advogado e escritor Antônio Campos participou, nesta semana, da reinauguração da biblioteca do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. O espaço foi reaberto após passar por um processo de reforma e modernização, com melhorias voltadas à preservação do acervo, acessibilidade e melhores condições para estudo e pesquisa.
A cerimônia também marcou a apresentação da Coleção Célio Borja, recém-incorporada ao acervo da biblioteca. O conjunto reúne cerca de seis mil obras fundamentais do Direito, abrangendo publicações do século XVII até os dias atuais, pertencentes ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.
Entre os destaques está a exposição de um exemplar raro da obra Commentariorum Juris Civilis, de Nicolai Vigelius, impresso em 1562 na Universidade de Heidelberg, peça considerada um marco do pensamento jurídico ocidental.
Para Antônio Campos, o momento reforça a importância da valorização da memória jurídica no país.
“A reinauguração da biblioteca do STJ simboliza o compromisso com a preservação do conhecimento e o fortalecimento da cultura jurídica brasileira. Trata-se de um espaço essencial para pesquisadores, estudantes e operadores do Direito”, afirmou.
A reabertura do equipamento consolida o papel das instituições judiciais na promoção da cultura, da educação e da história do Direito no Brasil.