
O prefeito de Paulista, Ramos, recuou e decidiu não sancionar o projeto de lei de sua própria autoria que modificava regras do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais (Previ). A proposta havia sido aprovada quase por unanimidade pela Câmara Municipal, mas enfrentou forte resistência de servidores públicos e sindicatos da categoria.
O texto previa mudanças estruturais no regime previdenciário do funcionalismo, o que gerou críticas por parte dos trabalhadores, que temiam prejuízos nos seus direitos. Mesmo com a aprovação no Legislativo, a pressão popular acabou pesando na decisão do gestor.
Com a escolha de Ramos em não sancionar a lei, a matéria perde efeito e não deve ser promulgada, a menos que a Câmara insista na medida. O recuo foi visto por servidores como uma vitória da mobilização, enquanto opositores políticos apontam desgaste na base de sustentação do prefeito.
Veja como votaram os vereadores de Paulista.
