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KASSAB SAI EM DEFESA DA GOVERNADORA RAQUEL LYRA E RESSALTA SUA LIDERANÇA NACIONAL*

*Em entrevista ao blog do Elielson, o presidente nacional do PSD analisa a governadora e o prefeito João Campos*

Por: Redação Fama Fonte: Fabíola Farias - FAMA
31/03/2025 às 00h22 Atualizada em 31/03/2025 às 07h58
KASSAB SAI EM DEFESA DA GOVERNADORA RAQUEL LYRA E RESSALTA SUA LIDERANÇA NACIONAL*
Reprodução Instagram

Em entrevista ao blog do Elielson Lima neste domingo (30), Kassab analisou o cenário político e destacou o protagonismo único de Raquel Lyra. Com 51% de aprovação em Pernambuco, ele afirmou que esse índice tende a crescer com as diversas obras que serão entregues pelo governo do estado nos próximos meses.

"No Brasil hoje, Raquel é uma das mulheres mais bem posicionadas na vida pública", ressalta Kassab.

Além disso, Kassab questionou por que um jovem prefeito reeleito deixaria  à prefeitura, para a qual lhe foi confiada, a fim de disputar um mandato em um cenário de forte acirramento e contra uma adversária resistente.

*Presidência da República*

A posição do presidente nacional do PSD ao defender uma candidatura própria à Presidência da República e destacar o nome de Ratinho Júnior indica um movimento estratégico dentro do partido. Ratinho Júnior, governador do Paraná, tem alta aprovação no estado e sua defesa da Anistia sinaliza um alinhamento mais à direita, o que pode contrastar com a presença do PSD no governo Lula, onde ocupa três ministérios.

Esse cenário pode gerar tensões internas, especialmente porque o PSD tem mantido uma postura de diálogo com diferentes espectros políticos. Caso a candidatura própria avance, o partido pode precisar redefinir sua posição em relação ao governo federal e à aliança com Lula. Isso também pode impactar o equilíbrio político no Congresso e nas eleições estaduais.

A viabilidade dessa candidatura dependerá do apoio interno no PSD e da aceitação de Ratinho Júnior no cenário nacional, além da capacidade do partido de sustentar uma campanha presidencial sem comprometer alianças regionais e a influência que já conquistou no governo.

Caso venha a acontecer, o PT pode cair de braços abertos no palanque de João Campos, em Pernambuco.

No entanto, muitas águas ainda vão passar por essa ponte. Pelo visto, 2026 já começou.

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