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*ELEIÇÃO PARA DESEMBARGADOR DO TJPE DÁ UMA REVIRAVOLTA E VIRA ATÉ CASO DE POLÍCIA*
*É um “barraco de primeira classe”, disse um experiente jurista*.
29/11/2024 22h34 Atualizada há 2 anos
Por: Redação Fama Fonte: Redação famamax
Reprodução

*ELEIÇÃO: QUINTO CONSTITUCIONAL*

A eleição para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), destinada à Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB-PE) pelo Quinto Constitucional, tem sido marcada por controvérsias e reviravoltas. Inicialmente, a OAB-PE apresentou uma lista sêxtupla ao TJPE, substituindo uma das candidatas mais votadas para atender à cota racial. Posteriormente, outra lista foi composta, desta vez com três homens e três mulheres, em conformidade com os critérios de paridade de gênero e cota racial estabelecida por uma resolução amplamente discutida e aprovada pela OAB-PE.

No entanto, uma decisão liminar da Justiça Federal suspendeu a eleição interna do TJPE para a formação da lista tríplice, que seria encaminhada à governadora Raquel Lyra para a escolha final do novo desembargador. A liminar foi concedida pela juíza Polyana Falcão Brito, da 10ª Vara Federal, atendendo a questionamentos sobre a composição da lista sêxtupla e os critérios adotados para sua formação.

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Além das disputas judiciais, o processo tem sido palco de desentendimentos entre membros da OAB-PE, incluindo relatos de conflitos e até uma queixa-crime por calúnia, difamação e injúria. Essa ação teria sido movida pelo atual presidente, Fernando Ribeiro Lins, contra o ex-presidente Pedro Henrique Reynaldo Alves, devido a acusações supostamente expostas nas redes sociais por Pedro Henrique. Essas divergências têm gerado debates acalorados nos círculos jurídicos e ampla cobertura na mídia local, contribuindo para a sensação de indefinição entre os advogados pernambucanos.

Diante desse cenário, há preocupações de que a conclusão do processo possa se estender, possivelmente adentrando o próximo ano sem uma definição clara sobre o novo ocupante da vaga no TJPE. A classe advocatícia aguarda esclarecimentos e uma resolução célere para que o Quinto Constitucional seja efetivado de maneira transparente e justa.