*OLINDA ELEIÇÕES SEGUNDO TURNO*
*JUSTIÇA*
Antônio Campos, advogado e ex-candidato, entrou com uma ação judicial contra a candidata Mirella Almeida (PSD) acusando-a de supostas irregularidades. A decisão de Campos foi impulsionada por vídeos e áudios que circularam em diversos grupos, os quais ele recebeu e considerou como indícios suficientes para levar o caso à Justiça Eleitoral, visando um julgamento célere.
Mirella Almeida, que se pronunciou em matéria, de um blog, alvo também de outra ação Judicial , incluindo divulgação de pesquisa não registrada no TSE, afirmando que pretende tomar medidas contra práticas que possam prejudicar o processo democrático com a prática alvo de ação de Campos.
Contudo, materiais audiovisuais circulando mostram apoiadores da candidata, identificados com camisas e bandeiras, que supostamente estariam envolvidos em práticas indevidas, como o incentivo ao voto em troca de camisas e envelopes.( Vídeo)
A ação, mostrada em vídeos e áudios, ocorreu pouco antes da caminhada de Mirella com a Governadora, que com certeza, não tem conhecido dos fatos.
Por último, os apoiadores estão jogando panfletos irregulares e homofóbicos.
As ações seguiram para análise da Justiça Eleitoral e Polícia Federal.
Segue a petição!
Antônio Campos, expressa sua indignada..
"A campanha de Mirella Almeida, candidata apoiada pelo prefeito Lupércio em Olinda, enfrenta novas acusações de abuso de poder econômico e uso da máquina pública. Em uma caminhada realizada hoje, sábado (26), foram registradas denúncias de distribuição de dinheiro e camisas, uma prática que a oposição classifica como possível compra de votos. Antônio Campos, protocolou uma nova Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), elevando para 17 o número de denúncias formais contra Lupércio e Mirella.
Antônio Campos manifestou seu repúdio ao que considera uma tentativa de influenciar os eleitores de maneira ilegal, destacando a importância do voto livre e da resistência às práticas irregulares. "Espero que as autoridades eleitorais tomem providências imediatas para conter o uso indevido de recursos públicos e a suposta irregularidade". Afirma Antônio.
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