*FILHO PRODÍGO*
O prefeito de Olinda, Professor Lupércio, que se elegeu com a Bíblia nas mãos, paletó e pastores ao lado, menosprezando outras religiões, deixando ao encargo do vice, e foi alvo de críticas por padres, em comemorações católicas, festas de padroeiro e especialmente por sua ausência e falta de participação nas celebrações religiosas. Além de se esquivar de festejos culturais, como o carnaval, festas juninas., dentre outros.
Recentemente, resolveu mudar: abandonou o paletó e adotou um visual mais moderno, com calças skinny, camisas coloridas, óculos escuros, um estilo bem antenado, e até fez uma leve aparição no carnaval. Sua candidata, também apareceu com um estilo mais leve e despojado, usando cropped, blusa ombro a ombro, roupas coloridas e participou do desfile das Virgens do Bairro Novo, ensaios de bateria e aparições no carnaval de Olinda. Contrariando os preceitos do segmento evangélico ortodoxo.
No entanto, após sofrer uma derrota no primeiro turno, que colocou o candidato Vinícius Castello na frente de sua candidata, um cristão, temente a Deus, negro, de origem humilde e se apresentando como legítimo representante da periferia, por ser a sua origem, mas rompendo as barreiras do preconceito. Foi então, que o prefeito resolveu, agora, no segundo turno, correr atrás do prejuízo. A estratégia que lhe restou foi recorrer novamente aos pastores, na tentativa de recuperar o apoio perdido, igual a parábola do filho pródigo. (ler abaixo). Como disse uma fonte.
Alguns evangélicos, insatisfeitos com a brusca mudança de postura, não gostaram muito e divergem da opinião de alguns líderes, pois o que estão mais preocupados é com problemas relacionados ao município. Um chegou a relatar: "Isso não é coisa de Jesus, o Deus é um só, o importante é resolver a situação da cidade".
Aparentemente, a população de Olinda busca mais liberdade e respeito à diversidade, especialmente em um estado laico, onde todas as religiões merecem reconhecimento, assim como a cultura que emana por todos os lados, nos quatro cantos da cidade, foi vísível nas urnas. Dependendo dos próximos desdobramentos, talvez o novo visual moderno do prefeito, que por sinal, caiu-lhe muito bem, deixando-o mais jovem, tenha que ser abandonado, e ele retorne ao paletó e a gravata, além da biblía que deve ter criado teia de aranha, pois nunca mais foi visto e exaltado em público, nas igrejas, como nos tempos antigos. Será?
No primeiro turno o protagonismo evangélico ficou aos cuidados da candidata do PL, e ainda o candidato do PP, ambos, criaram vínculo com o segmento, sendo visto e postado constantemente.
O Brasil vive um estado laico, onde existe religiões e preceitos a serem respeitados. O primeirto Ato político na colonização portuguesa foi uma missa, para os índíos. As igrejas desenvolvem um papel fundamental, levando amor, caridade e a palavra de Deus. Somos todos descendentes dos índios, escravos, portugueses e até os holandeses, que tentarão se apossar das terras alheia. Mas, graças a Henrique Dias, não foi permitido e hoje, o "Grito da República" é um feriado municipal.
*RESPEITO*
Ressaltamos que todas as religiões devem ser respeitadas e veneradas, cada uma dentro de seu próprio conceito, promovendo o respeito às diferenças. Jesus é um só. Um dos principais mandamentos nos ensina: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo." Além disso, temos os ensinamentos: "Não matarás, não roubarás, não cometerás adultério, e não usarás o nome de Deus em vão." Isso nos lembra que, além de ouvir e falar, é fundamental seguir os preceitos de Deus.
Segue, algumas parábolas bíblícas para reflexão, enviada por colaboradores, alguns, da Assembléia de Deus, que não concordam com o formato adotado com a prática da Lei Divina.
*PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO*
A parábola do filho pródigo, narrada no Evangelho de Lucas 15:11-32, é uma das mais conhecidas parábolas de Jesus. Ela conta a história de um homem que tinha dois filhos. O mais jovem pede sua parte da herança ao pai e parte para uma terra distante, onde desperdiça todo o dinheiro em uma vida desregrada.
Quando acaba o dinheiro, ele se vê em uma situação miserável, chegando a trabalhar alimentando porcos e desejando comer a comida dos animais. Em seu sofrimento, ele se dá conta de que até os empregados de seu pai vivem melhor do que ele, e decide voltar para casa, disposto a pedir perdão e a ser tratado como um empregado.
Ao retornar, o pai o vê de longe e corre para recebê-lo com alegria, sem esperar explicações. O filho pede perdão, mas o pai, cheio de compaixão, o acolhe como filho e organiza uma grande festa para celebrar seu retorno. O irmão mais velho, que permaneceu fiel ao pai, fica indignado com a celebração, mas o pai o lembra de que ele sempre esteve com ele e que deveriam se alegrar, pois o irmão perdido foi encontrado e voltou à vida.
A parábola enfatiza o perdão, a misericórdia e o amor incondicional de Deus por aqueles que se arrependem e retornam para Ele, mesmo após se afastarem.
Deixamos uma enquete: Cadê o amor, o perdão? Judas quando traiu Jesus, foi por umas moedas de ouro? A cociência o levou ao suícidio? O que ele ganhou com as moedas?
*PARÁBOLA DOS FALSOS PROFETAS DA ERRATICIDADE*
Em uma cidade antiga, as pessoas costumavam reunir-se para buscar orientação espiritual junto a um templo conhecido por sua conexão com o além. Nesse templo, médiuns recebiam mensagens dos espíritos, orientando as pessoas para a luz, o amor e o bem.
Certa vez, no plano espiritual, onde os espíritos aguardam nova encarnação, alguns espíritos de pouca evolução se aproximaram do templo. Apesar de estarem ainda imersos em vaidade e orgulho, perceberam que poderiam influenciar os médiuns e, através deles, obter poder e admiração no mundo dos encarnados. Eles se apresentavam como grandes sábios, profetas, e diziam trazer revelações de imensa importância.
Esses falsos profetas da erraticidade enviavam mensagens que falavam de riquezas, de grandeza pessoal e de promessas fáceis de glória, sem a necessidade de esforço moral. A população, fascinada por essas promessas, passou a seguir seus conselhos, esquecendo os ensinamentos de humildade, caridade e crescimento espiritual que, até então, lhes eram transmitidos.
Os espíritos superiores, observando a situação, resolveram agir. Um deles, de grande sabedoria e pureza, apareceu em um sonho ao sacerdote do templo e disse-lhe:
"Nem todo espírito que fala de grandeza e poder está alinhado com a verdade. O verdadeiro caminho é o da transformação íntima, do trabalho no bem e do amor ao próximo. Reconhecereis os falsos profetas pelo fruto de suas mensagens: se causam divisão, orgulho e desamor, são enganosos. Se promovem o perdão, a paz e a caridade, são verazes."
O sacerdote acordou com o coração repleto de entendimento. No dia seguinte, ao reunir a comunidade, contou-lhes o sonho e advertiu:
"A espiritualidade superior nunca promete facilidades nem vanglória. O verdadeiro crescimento espiritual exige esforço, transformação e dedicação ao próximo. Cuidado com aqueles que falam apenas para enaltecer o ego ou trazer riquezas imediatas."
A partir desse dia, o povo passou a examinar com mais cuidado as mensagens recebidas. Aqueles que prometiam caminhos fáceis, sem o sacrifício do egoísmo e sem o compromisso com o bem, foram desacreditados. E os espíritos vaidosos, percebendo que suas mentiras não mais influenciavam, afastaram-se.
O povo, então, voltou-se para as verdadeiras lições de amor e humildade, entendendo que o verdadeiro crescimento acontece no silêncio do coração, na prática do bem e no cultivo da paz interior.
Moral da parábola: Os falsos profetas da erraticidade são espíritos que, ainda presos ao orgulho e à vaidade, tentam desviar os homens do caminho da verdade. Para reconhecê-los, é preciso discernir, utilizando a razão e o coração, para não se deixar enganar pelas promessas fáceis. O verdadeiro progresso espiritual exige esforço contínuo, autoconhecimento e dedicação ao próximo.
Que fiquem todos na paz de Cristo! Glória a Deus no céu e na terra, aos homens de boa vontade.